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O objetivo da Lei de Improbidade Administrativa é assegurar que a atuação dos agentes públicos seja pautada pela boa-fé, honestidade e interesse público.
5 de maio de 2026

A Lei de Improbidade Administrativa trata das práticas de atos que configurem improbidade por parte de agentes públicos. O objetivo dela é assegurar que a atuação dos agentes públicos seja pautada pela boa-fé, honestidade e interesse público.
Neste artigo, vamos explicar o que é a Lei de Improbidade Administrativa, que atos são classificados nesta lei, quais seus tipos, as alterações que essa lei passou e as consequências e punições que ela pode causar. Leia e entenda!
A lei trata de qualquer ato realizado por um agente público que contrarie os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, conforme estabelecido no artigo 37 da Constituição Federal de 1988.
Em outras palavras, a Lei 8.429/92 visa coibir atos que violem os princípios fundamentais da Administração Pública.
Para que um ato seja considerado improbidade administrativa, são necessários alguns elementos fundamentais, como:
O ato precisa ser praticado por um agente público ou por alguém que tenha vínculo com a administração pública.
A conduta pode ser dolosa (intencional) ou culposa (por negligência, imprudência ou imperícia).
O ato precisa gerar prejuízo ao patrimônio público, enriquecimento ilícito ou violação dos princípios da administração pública.
A Lei de Improbidade Administrativa se aplica a todos os agentes públicos, incluindo aqueles que exercem funções na administração direta ou indireta ou fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
Os atos são divididos em três categorias distintas. São elas:
O primeiro conjunto de atos de improbidade estabelece como ilícito o enriquecimento indevido do agente público por meio do exercício de seu cargo, utilizando a Administração Pública como meio para tal finalidade.
A segunda categoria de atos de improbidade visa punir o agente público que causa prejuízo às finanças públicas. O Art. 10 da lei considera ato de improbidade administrativa qualquer ação ou omissão dolosa que resulte em perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens públicos.
A terceira categoria abrange atos que atentam contra os princípios da administração pública, tais como honestidade, imparcialidade e legalidade, conforme estabelecido no Art. 11 da LIA. Dentre as condutas proibidas, destacam-se deixar de prestar contas para ocultar irregularidades, revelar informações antes de divulgação oficial, nomear parentes para cargos em comissão, entre outros.
A Lei de Improbidade Administrativa passou por alterações, introduzidas pela Lei nº 14.230/2021. Conheça algumas das principais mudanças:
Com o novo texto, para que haja configuração de improbidade, é necessário comprovar a intenção do agente.
Redução do tempo de prescrição para a propositura de ações contra atos de improbidade foi reduzido.
A nova legislação estabelece que é preciso existir prova de que o agente público teve intenção de prejudicar a administração.
A prática de improbidade administrativa, de acordo com a Lei 8.429/92, pode acarretar diversas consequências para os agentes públicos envolvidos. Confira quais as punições:
O agente público pode ter seus direitos políticos suspensos por um período determinado.
O agente público pode ser condenado à perda da função pública que exerce.
A legislação prevê a possibilidade de decretação da indisponibilidade dos bens do agente público, visando garantir o ressarcimento ao erário.
O agente público pode ser obrigado a ressarcir integralmente o dano causado aos cofres públicos.
Vale destacar que a intensidade das penalidades é proporcional à gravidade do ato. Além das sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa, é possível que o agente também enfrente processos criminais.
Neste artigo, explicamos o que é a Lei de Improbidade Administrativa, que atos são classificados nesta lei, quais seus tipos, as alterações que essa lei passou e as consequências e punições que ela pode causar. Quer entender mais sobre o tema? Confira esse artigo sobre os princípios da governança pública. Boa leitura!

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