Estatuto da cidade: o que é, objetivos e instrumentos de gestão
Descubra o que é o Estatuto da Cidade, quais os seus objetivos e instrumentos de gestão urbana e como colabora na criação de cidades sustentáveis.
A tabela de temporalidade apresenta o ciclo de vida de cada documento gerado pela empresa
26 de fevereiro de 2026

Tão importante quanto guardar os arquivos é saber controlar os prazos de guarda. Isso consiste basicamente em saber até quando os documentos precisam ser armazenados e qual destinação eles devem ter. Para realizar esse processo, utiliza-se a tabela de temporalidade.
Neste artigo, vamos explicar o que é uma tabela de temporalidade, sua importância, o que a compõem, as etapas para sua criação e os tipos de temporalidade existentes.
A temporalidade de um documento é o que determina a destinação, prazo de transferência, mudança de suporte, eliminação e recolhimento dos arquivos de uma empresa. Isso significa que uma Tabela de Temporalidade Documental é um item fundamental para empresas que desejam garantir o bom armazenamento de documentos digitalizados.
Em outras palavras, a tabela de temporalidade apresenta o ciclo de vida de cada documento gerado pela empresa. Ao utilizar essa ferramenta, a empresa passa a ter mais controle sobre os documentos, evitando a eliminação incorreta e o acúmulo de documentos desnecessários.
Ela é fundamental para o acompanhamento dos documentos arquivados. Ela se torna uma ferramenta de consulta dos prazos de guarda dos documentos. Isso ajuda a manter o controle do volume do acervo. Com isso, é possível evitar danos e falhas através de análises de critérios e acompanhamentos.
O tempo em que os documentos permanecem em cada estágio na empresa depende do tipo de temporalidade de cada um. Conheça cada um deles:
Informa que o documento ainda se encontra no prazo de vigência e que ainda é usado nas atividades do dia a dia.
É um tempo de transição em que o período de validade do documento já expirou, mas ele deve permanecer arquivado.
Nesse caso, o prazo de validade foi encerrado, então, o documento pode ser descartado.
Esse documento deve apresentar algumas colunas essenciais, como:
Essa coluna informa o tipo de documento analisado.
Registra o tempo que o documento deve ficar armazenado. Esse tópico se divide em idades corrente, intermediária e permanente.
Trata-se do tempo de guarda obrigatório imposto por lei, mas pode ser alterado.
Registra a quantidade de vezes que o documento foi consultado durante as atividades diárias. Dessa forma, classifica os arquivos por intensidade em alta, média e baixa.
Especifica para qual lugar o documento deve seguir assim que termina o seu ciclo de vida. Podem ser encaminhados para: descarte (eliminação), arquivo inativo, armazenamento em microfilme ou digitalização.
Para formular esse instrumento de forma eficaz, existem três passos básicos que podem ajudar. Conheça cada uma dessas etapas:
É fundamental separar quais tipos de assunto tratam os documentos. Eles podem ser categorizados por hierarquia de atividades e funções. É importante registrar a frequência de uso do documento no decorrer da rotina.
É preciso que seja determinado o ciclo de vida do documento e, depois, seja definido o período obrigatório do seu armazenamento, que pode ser em meses, anos ou permanente.
Define para onde o documento será conduzido ao concluir o ciclo de vida, seja eliminação, arquivo morto, digitalização ou arquivamento em mídias. Nessa etapa, é importante inserir um espaço para observações, dados adicionais e justificativas associadas ao documento, para auxiliar e facilitar o destino.
Neste artigo, explicamos o que é uma tabela de temporalidade, sua importância, o que a compõem, as etapas para sua criação e os tipos de temporalidade existentes.
Para saber mais sobre a gestão documental, acesse nosso artigo sobre gestão eletrônica de documentos.

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